segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
respondendo a Nicinha DuMar
arando solos áridos, revolvendo e adubando aqui e ali... "tudo tem seu tempo certo" (Ecl, 3) - preparando para novas searas, mudanças pequenas para quem ver de fora - medianas para mim; ideia é seguir. Sempre. Mudanças estruturais esperadas. Situações merecendo certo desdém para se perceber que nada importa, senão a Poesia que existe divinando cada ser. E assim vamos.
calar é uma arte já quase no olvido; lástima! - nunca lembramos que uma boca só, e duas orelhas!!! - devia mesmo era ouvir o dobro do que se fala: idealismo ingênuo, mas ainda que se me gruda à flor que se balança sob o violãozar de Nicinha.
desejos de comer chocolates emagrecedores e manter fofices no jeito e no ser. Ambiguidades tão de todo mundo que nem novidade mais! - desejos impossíveis de pensar, mas sou teimosa; fazer o quê, né?
hoje, primeiro dia de licença compulsória - juntou tanto extra no banco de horas que explodiu em "tiau, a bênção, volte daqui a 3 semanas" - e estou desde esta manhã mastigando essa licença no trabalho - vá entender! Fazer extra durante a licença dos extras .... Coisas de novatice, depois contam-se as horas
e "As horas" - que filme é esse? - não canso mais de rever, sabias?
mas que estou fugindo de assunto do mais importante: tuas cachoeiras de águas doces, afagos agridoces e reflexões amargas - que mix curioso!...
quero sentir as modulações de tua voz em contando todas essas quedas d'águas de afetos e refeitos.
volta, moça se ameninando nessas estradas de porvir e vem me contar dessas águas em que te desaguaste toda. quero ouvir murmurar igarapés, rios, lagos e lagoas e o marulhar de mares longínquos que navegaram só para visitar teus cabelos musicais.
aguardo teu retorno gelando vinhos doces como o amargo despedir-se do grande amor - que precisamos sempre colher o doce na mais amarga amêndoa.
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