sábado, 25 de abril de 2015

Ruas Molhadas



Andando nas ruas molhadas
Os vidros pingados guardam chuvas
Os sonhos ficam úmidos
As lembranças são esquecidas
Dívidas, nunca perdoadas
E nem precisa de mais nada
Além de se atravessar em distância lassa
 (Tetê Macambira)

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