quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

HD trocado



E foi assim mesmo: estava com meu bom e velho hd por já há pouco mais de dois anos... e , de repente, ele se foi para o céu dos hd's, um mítico lugar de códigos binários aleatórios e casualmente perdível; um paraíso ao que sempre teve que obedecer a comandos prompt e talz. Tentativas infrutíferas de salvaguardar arquivos, memórias e produções - perdidas a mais nem e nem. E teve que ser de assim mesmo; despedir de algos e logos que nem de tudo a mente alçava. Tempos jogados para além das mentes e das mentiras, para muito de para lá do oblivion.Mas surpresa mesma foi  surpreender-me com alguns dos dados resguardados da sanha do dano físico - nuvens poderosas que seguravam mundos. Coisas de que não me tinham mais haviam sido guardadas para nem precisão, outras perdidas de fato e de direito, pelo que mais que se parece (embora hajam boníssimas línguas sussurrantes de que haveriam possibilidades outras para além de horizontes.) A seleção do acaso aliada às querências dos instantes passados.
HD novo... resgatar velhices de nuvens suspensas... baixá-las em dados...  Analisar muitas de.
Suspirar pelas não-salvas, mas que deveriam de ter sido.
Eliminar outras tantas salvas por ... nem sei como precisar adjetivações propícias para tal, mas... Tiau.
HD trocado... formatar, salvar o que me for necessário para o agora e o aqui - mais  de  nada.

É! a vida, ela mesma, metaforiza-se.
 (Tetê Macambira)

Nenhum comentário:

Postar um comentário